segunda-feira, 25 de julho de 2016

Província de Miyazaki ultrapassou 2 mil estrangeiros e ainda falta mão de obra

Miyazaki

Pela primeira vez a província de Miyazaki chegou a ter mais de 2 mil trabalhadores estrangeiros, segundo estatísticas de outubro do ano passado.

Apesar de os brasileiros serem minoria na província, somente 28, segundo dados do governo japonês, o número de trabalhadores estrangeiros de outros países aumenta em diversos setores. Agricultura, silvicultura, construção civil, indústrias da transformação e comércio, são os setores que mais necessitam desses recursos humanos. E há até movimentação para aumentar ainda mais, segundo informações do jornal MiyaBiz.
Fonte: IPC Digital com MiyaBiz

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Parlamentar defende igualdade salarial entre japoneses e estrangeiros

“A escassez de trabalhadores será um problema muito sério no Japão”, disse Yoshio Kimura
Yoshio Kimura

A desigualdade salarial entre trabalhadores japoneses e estrangeiros será um dos temas debatidos por uma comissão especial do PLD (Partido Liberal Democrata) que irá propor um pacote de mudanças na polêmica política de imigração do Japão.

O parlamentar Yoshio Kimura, presidente da comissão e companheiro de partido do primeiro-ministro Shinzo Abe, disse em entrevista ao jornal The Japan Times que na proposta está incluída a introdução de políticas para garantir a igualdade salarial entre japoneses e estrangeiros que ocupam a mesma função, como forma de proporcionar um ambiente mais favorável à vinda de estrangeiros.

“Com o Japão esperando uma queda na população, a escassez de trabalhadores será um problema muito sério”, disse Kimura ao JT. “Os trabalhadores estrangeiros são essenciais para manter a economia funcionando, já que as políticas econômicas de incentivos fiscais já chegaram ao limite. É nossa última chance", completou.

Na visão de Kimura, o Japão precisa de uma mudança drástica na política de imigração para acolher os estrangeiros de braços abertos. “Eles vão gastar, contribuir para a previdência e começarão a tomar gosto pelo Japão”, afirmou.

Seus colegas de partido, incluindo o primeiro-ministro, não compartilham da mesma visão. “Não estamos considerando aceitar mais imigrantes”, disse Abe recentemente quando perguntado sobre o tema.

A fala do primeiro-ministro vai ao encontro do pensamento da maioria dos eleitores, que temem que um aumento do número de estrangeiros no país poderia elevar a criminalidade e ameaçar os salários dos japoneses.

A comissão presidida pelo parlamentar irá estudar formas de garantir fontes de trabalho para estrangeiros sem qualificação profissional, principalmente em áreas de grande demanda, como cuidados de enfermagem, construção e agricultura.

Uma das propostas é incentivar a estabilização desse tipo de trabalhador estrangeiro através da concessão de um visto de trabalho de 5 anos com a possibilidade de renovação. Na proposta, pessoas de qualquer nacionalidade poderiam se candidatar a uma vaga desde que preenchessem os requisitos.

No censo de 2014, o Japão tinha 2,1 milhões de estrangeiros, ou cerca de 1,3% da população, incluindo 500 mil coreanos étnicos, muitos deles nascidos e criados no Japão.

A previsão é de que a população japonesa fique abaixo dos 100 milhões, em 2048, e diminua ainda mais, para 87 milhões, em 2060, quando 40% das pessoas terão mais de 65 anos.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Aichi vai contratar 20 intérpretes de português com remuneração de até ¥2.500 por hora

Aichi vai contratar 20 intérpretes de português
Contratados vão ajudar brasileiros no atendimento em instituições médicas

Quem tem domínio do idioma japonês pode tentar uma vaga de intérprete nas instituições médicas da província de Aichi. De acordo com uma reportagem do jornal Chunichi, o governo local divulgou que pretende treinar ao menos 20 pessoas para ajudar brasileiros em hospitais e centros de saúde.

A província iniciou em abril de 2012 um sistema de envio de intérpretes para instituições médicas. O sistema promoveu o cadastro de 256 trabalhadores com fluências que variam entre os idiomas português, espanhol, inglês, mandarim e tagalo.

O governo local avaliou que há muitos estrangeiros que não compreendem o funcionamento do sistema médico japonês por diferenças culturais, além da falta de compreensão do idioma.

A dificuldade em participar de consultas, exames e procedimentos cirúrgicos faz com que muitas pessoas evitem as instituições médicas, mesmo quando há doenças graves com necessidade de tratamento, como é o caso do vírus HIV.

No ano de 2015, houve 982 casos de envios de intérpretes na província. Em comparação a 2014, o crescimento foi de 191 casos e o número de intérpretes de português foi o mais expressivo. No ano passado, houve 403 casos de envio de trabalhadores fluentes no idioma latino.

A aprovação no exame de proficiência será o único critério para a seleção dos intérpretes de português, que terão que fazer sete dias de estágio antes de receber o cadastro como profissional de tradução.

A remuneração é de ¥3 mil a ¥5 mil a cada duas horas de trabalho (¥1.500 a ¥2.500 por hora) e a condição do serviço é temporária, mas com prazo indeterminado.

“O número de estrangeiros que vivem de forma permanente na província está crescendo cada vez mais. A dificuldade do idioma nas instituições médicas é uma das principais preocupações. Queremos que muitos intérpretes de português entrem para o sistema”, disse um representante do governo de Aichi.

As inscrições serão aceitas até o dia 27 deste mês e o candidato pode entrar em contato com a Divisão de Promoção de Convivência Multicultural da Província de Aichi (愛知県多文化共生推進室) pelo número 052-954-6138.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Shizuoka quer fixação dos trabalhadores estrangeiros, principalmente dos brasileiros

Shizuoka quer fixação dos trabalhadores estrangeiros

O governo da província de Shizuoka anunciou esta semana que vai colocar seus esforços para a fixação de emprego dos trabalhadores estrangeiros, através de um mecanismo de suporte, já a partir deste ano fiscal e pelos próximos 3 anos.

Essa política está baseada em duas frentes: a primeira é a escassez da mão de obra dentro da sociedade japonesa e a segunda é a presença de mais de 40 mil trabalhadores estrangeiros na província. Com toda essa mão de obra estrangeira, especialmente a dos brasileiros, a província quer trabalhar junto às empresas e indústrias para contratações a longo prazo. Isso ajudaria a resolver a questão do avanço da economia da província.

Segundo uma pesquisa realizada há cerca de 8.500 trabalhadores brasileiros que não tem nenhuma restrição de trabalho, por causa do visto de residência a longo prazo.

Para executar essa política estão programadas visitas às indústrias e empresas locais e levantar a atual situação da contratação dessa mão de obra. Depois disso, através de consultoria especializada, pretende elaborar cursos de capacitação profissional para elevar as habilidades profissionais, além de solicitar melhorias nos ambientes de trabalho no sentido da fixação dessa mão de obra, melhorando os canais de comunicação entre elas.
Fonte: IPC Digital com Shizuoka Shimbun

terça-feira, 12 de abril de 2016

Serviço gratuito de aconselhamento em português orienta e ajuda brasileiros no Japão

Número de telefone pode ser utilizado para questões trabalhistas e burocráticas 
Yorisoi Hotline

Sentir-se desamparado ao viver em um país estrangeiro é comum para qualquer pessoa. Problemas que envolvem as leis do Japão, dúvidas cotidianas, preocupações, doenças e violência podem estar entre os tormentos de muitos brasileiros que vieram ao país.

O serviço Yorisoi Hotline surgiu para tentar amenizar os problemas da comunidade brasileira e de outros estrangeiros que vivem no Japão e, em muitos casos, não dominam o idioma japonês. Além de português, o serviço está disponível também em inglês, espanhol, tagalo, tailandês, coreano, chinês, vietnamita, nepalês e também em japonês.

A possibilidade de consultas é variada e os estrangeiros podem utilizar o serviço para resolver questões burocráticas, como dúvidas de imigração ou trabalhistas. É possível fazer consultas de assuntos mais sérios e pessoais, como violência doméstica e sexual, prevenção de suicídios, tráfico de pessoas, ameaças e questões que envolvem a comunidade LGBT.

O telefone de atendimento é 0120-279-338. Para completar a ligação em português ou outro idioma, é necessário apertar a tecla 2 após o início de uma gravação em japonês. Há também o número 0120-279-226, que é exclusivo aos residentes das províncias de Miyagi, Fukushima e Iwate.

As ligações são gratuitas e completamente sigilosas. O serviço funciona diariamente, entre 10h e 22h, mas há horários específicos para cada idioma.
Confira a grade de atendimento aqui.


O Yorisoi Hotline é um serviço do Centro de Apoio para a Inclusão Social (Shakaiteki Housetsu Support Center) e funciona através da assistência financeira emitida pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-estar Social.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 29 de março de 2016

Aichi: Toyota anuncia horas extras e trabalho nos dias de folga para recuperar o atraso de produção

Toyota anuncia horas extras e trabalho nos dias de folga

A queda de 7,4% na produção total dos veículos nacionais no mês de fevereiro, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, foi impactada pela explosão ocorrida na Aichi Steel (janeiro), o que fez parar as linhas de montagem e produção.

Foram produzidos 782.530 veículos pelas 8 montadoras japonesas, ficando abaixo da produção do ano anterior, pelo terceiro mês consecutivo. A produção nacional dessas montadoras impactou também em 3,3% a menos na entrega para o mercado internacional.

Toyota quer recuperar a produção com horas extras até o verão

O prejuízo para a gigante Toyota foi ainda maior. Segundo informações da imprensa japonesa, ela amargou 18,8% de queda na sua produção, em fevereiro, afetando a produção que seria de 90 mil unidades a mais, por conta de uma semana de férias forçadas em consequência do acidente ocorrido na Aichi Steel.

Na ocasião do acidente de explosão, a paralisação atingiu uma parte dos trabalhadores empregados em indústrias terceirizadas da Toyota.

Segundo matéria da Asahi a Toyota pretende recuperar essa perda instalando trabalho nos dias de folga do seu calendário, incluindo horas extras, a partir de abril deste ano. O objetivo é recuperar o nível de produção normal até o verão, estima a maior montadora do Japão.
Fonte: IPC Digital com Asahi e Sankey News | Foto: Toyota

quinta-feira, 24 de março de 2016

Governo japonês considera regulamentar limite de horas extras

 horas extras no Japão
O governo japonês anunciou no dia 23 deste mês que, em relação às horas extras para a jornada de trabalho, está estudando medidas para fortalecer o limite para isso.

Apesar de a Lei de Normas do Trabalho estabelecer a jornada de 40 horas semanais, há possibilidade de se realizar horas extras por um certo período de tempo, e determinar o próprio limite superior, excepcionalmente, para fazer essa gestão. Entretanto, não há um limite estabelecido pelo país e há críticas sobre esse assunto, segundo a Kyodo News.

Assim, o governo japonês, voltado para a política que tem como meta 100 milhões de pessoas ativas, pretende avançar nas reformas trabalhistas, como pilar do novo estilo de trabalho. Pode ser que ele venha com proposta de disposição especial para regulamentar essas horas extras excepcionais.

Enquanto o governo espera dar um breque nas longas horas de trabalho, é provável que a sociedade econômica venha com uma inevitável forte oposição por conta do impacto sobre as atividades empresariais.
Fonte: IPC Digital com Kyodo News | Foto: Matome Naver

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Brasileiros aproveitam folga da Toyota para fazer “arubaito”, viajar ou estudar

Linhas de montagem da empresa param a partir desta segunda-feira até sábado
Toyota

Alguns brasileiros que trabalham em prestadoras de serviço da Toyota já estão fazendo planos para aproveitar os dias de paralisação da produção da empresa a partir desta segunda-feira (8) até sábado (13).

A fabricante já havia anunciado que precisaria suspender a produção nas linhas de montagem em todo o Japão devido ao baixo fornecimento de um metal usado na fabricação de peças dos carros. Isso porque uma fábrica de aço da Aichi Steel, de Tokai (Aichi), sofreu uma explosão em um forno em janeiro.

Midori Oda, 44, de Toyota, disse que a empresa onde trabalha e que é prestadora de serviço da fabricante ficará parada entre os dias 8 e 12 de fevereiro.

Como seu marido e filha irão trabalhar no período, Midori não poderá programar nenhum passeio, mesmo que de curta distância. Mas aproveitará a semana da melhor forma possível. “Primeiro farei uma limpeza geral em casa, porque quase não dá tempo para isso”, disse.

Depois ela disse que aproveitará o resto do tempo disponível para estudar muitas coisas relacionadas à religião que professa, a Umbanda, e também o idioma japonês. “Eu entendo o que os japoneses falam, mas tenho dificuldade de falar. Então vou aproveitar esse tempo para ver se melhoro essa parte”, disse.

Outra residente em Toyota, Fátima Aparecida Nunes Gaspar, 42, disse que a fábrica onde trabalha irá parar por uma semana. Nesse período, ela aproveitará para fazer “arubaito” (trabalho temporário).

“Eu já arrumei um ‘arubaito’ em um ‘bentoya’ (empresa de refeições prontas). Vou trabalhar de 8 a 12 de fevereiro. Voltarei ao trabalho normal dia 15”, disse. Ela comemora, porém, o fato de que a empreiteira irá pagar 60% dos dias parados.

Vera Godoi, 55, mora em Toki (Gifu) e também trabalha em uma prestadora de serviço da Toyota, só que na empresa a folga será de apenas três dias. Porém, ela aproveitará um dia pelo menos para ir para Tóquio.

“Eu vou a uma reunião de um grupo japonês espiritualista que tem feito um trabalho muito interessante de ensinar às pessoas sobre o mundo espiritual”, disse.

Vera frequenta o grupo há um ano com o objetivo de entender melhor o modo de pensar do japonês quanto a esse assunto. “Eles fazem um teatrinho sobre o mundo espiritual e há até quem faça pintura mediúnica. Além disso, estou aprendendo muita coisa sobre a história do Japão”, disse.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Japão: Número de falências é o menor em 25 anos

empresas japonesas
O número de falências de empresas japonesas com dívidas de até ¥10 milhões diminuiu 9,4% em 2015 em relação ao ano anterior, registrando queda pelo sétimo ano consecutivo, de acordo com informações da agência Kyodo.

No ano passado 8.812 empresas entraram com o pedido de falência, o menor número em 25 anos, de acordo com uma empresa de pesquisa de crédito.

A Tokyo Shoko Research atribuiu a queda das falências ao aumento das vendas de grandes exportadores que se aproveitaram do iene desvalorizado.

O relaxamento das regras para a renegociação de dívidas também teria contribuído para a sobrevivência de pequenas e médias empresas.


De acordo com pesquisa, as falências diminuíram em todos os 10 setores pesquisados.
Fonte: IPC Digital

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Japão vai aceitar domésticas estrangeiras com remuneração de ¥2.500 por hora

A princípio, o visto será liberado em abril de 2016 somente para Kanagawa

domésticas estrangeiras no JapãoO governo japonês vai liberar visto de permanência no país para estrangeiros (homens e mulheres) que queiram trabalhar em serviços domésticos, informou o jornal Asahi nesta quinta-feira.

A princípio, o visto de trabalho será liberado a partir de abril de 2016 somente para Kanagawa, mas o governo planeja ampliar brevemente para Osaka e outras províncias.

O trabalho inclui serviços como cozinhar, lavar roupa, limpar a casa, fazer compras e cuidar de crianças, entre outras atividades. A remuneração média no Japão para domésticas é de ¥2.500 por hora, segundo o jornal.

Antes de entrar no Japão, os estrangeiros precisam fazer um treinamento no país onde moram. Para ganhar o visto, é necessário ter experiência de mais de um ano e contrato de trabalho com alguma empresa japonesa na área de limpeza doméstica.

Treinamentos já estão sendo realizados em países como Filipinas e Vietnã em parceria com empresas japonesas que oferecem contrato de trabalho.

Algumas grandes empresas do setor, como a Duskin, estão planejando contratar estrangeiros assim que a medida entrar em vigor. Em três anos, o Japão deve receber mil trabalhadores, de acordo com o plano inicial do governo para suprir a falta de mão-de-obra.
Fonte: Alternativa

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Honda aumenta idade mínima para aposentadoria no Japão

Honda aumenta idade mínima para aposentadoria no JapãoA Honda, segunda maior montadora do Japão, anunciou que irá elevar, de 60 para 65 anos, a idade mínima para aposentadoria de seus funcionários a partir do ano fiscal de 2016, informou a agência Bloomberg.

A mudança nas regras de aposentadoria, segundo a Honda, visa alinhar o quadro de funcionários da empresa com a situação demográfica do Japão, que sofre com o envelhecimento populacional e queda na taxa de natalidade.

Com a intenção de incentivar o trabalho de funcionários com idade avançada, a empresa irá introduzir um sistema de “trabalho em casa” de tempo parcial.

A Honda é a primeira grande empresa do Japão a adotar medidas para lidar com o rápido envelhecimento de seus trabalhadores.

A idade mínima de aposentadoria em 91% das empresas japonesas com menos de 1.000 funcionários, é de 60 anos, de acordo com um levantamento do Ministério do Trabalho.
Fonte: IPC Digital

domingo, 15 de novembro de 2015

Pelo segundo ano seguido, grandes empresas japonesas prevêem lucro recorde

empresas japonesasPara o ano fiscal de 2015, as grandes corporações japoneses, excluindo o setor financeiro, caminham para o segundo ano consecutivo de recorde do lucro combinado, em parte, devido à queda do preço do petróleo, matérias-primas e desvalorização do iene, revelou um levantamento feito pela seguradora SMBC Nikko.

No entanto, a desaceleração da economia da China afetou alguns setores, lançando uma sombra sobre o resultado otimista.

De acordo com estimativas, o lucro líquido combinado do ano fiscal de 2015, que terminará em março, crescerá 15,2% em relação ao ano fiscal de 2015, atingindo ¥23,52 trilhões, cerca de US $192 bilhões. A estimativa foi baseada nos resultados divulgados por 1.222 empresas listadas na bolsa de valores de Tóquio.

Por setor, a indústria têxtil deverá dobrar o lucro líquido em relação ao ano de 2014, com a queda dos preços das matérias-primas. O setor de varejo deverá registrar um aumento de 54,3% no lucro líquido, em meio ao crescente número de turistas estrangeiros que visitaram o Japão em 2015.
Fonte: IPC Digital